segunda-feira, 8 de setembro de 2014

pensando no que pode e no que não pode ser
no que deve e no que não deve mais ser
no que é melhor pro futuro e no que é menos ruim pro presente
qualquer escolha demanda sofrimento e perda.
é como jogar parte de sua própria vida fora
é como se jogar dum precipício sem saber se haverá algo no final para amortecer a queda
é escolher morrer pra - quem sabe - viver de novo uma melhor vida.
meu mundo não poderia ter mil faces, sem sempre ser essa coisa bipolarizada? 
ou é ou não é. ou pega ou desapega. ou toca ou não toca. ou ama ou odeia. ou sufoca ou ignora. 
ou vai, ou racha ou se tora. cansei. mas o mais ridículo de tudo é que não importa se tenha cansado ou quantas vezes tenha cansado, a vida tá cagando pra isso. ela continua. e eu continuo pisoteada, pois masoquista.
a vida continua, que maravilha!
e da morte tenho medo. da dor eu fujo sempre que dá. 
a vida é melhor que a morte (por enquanto)
a esperança que vai além das duas é a melhor coisa do mundo, mas meu estoque ainda meio defasado. culpada, admito.
e sigo para os últimos suspiros, antes de uma decisão...

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pega leve.
sou sensível.