Nunca ganhei nada por enxergar a metade vazia do copo. Nunca me orgulhei disso também (exceto nas vezes em que consegui travestir o pessimismo de realismo). Nunca ganhei amigos ou fortaleci relacionamentos desta maneira. E nunca consegui, de fato, enxergar, que positividade não é sinônimo de ingenuidade, mas significa muitas vezes, saúde à alma. Sim. Eu estou me propondo a enxergar o copo meio cheio. Não numa perspectiva de que, desta maneira, as coisas vão "dar certo" para mim. Até porque, elas sempre dão, eu querendo ou não. Só que o "certo" muitas vezes não é o que quero, e isso dificulta um pouco a compreensão... No mais, é um problema de visão. E estou sentindo parte da cegueira indo embora.
Quem garante que os dias serão ensolarados? Ninguém. Mas isso não significa que eles serão chuvosos.
Mudemos um pouco a metáfora, pois eu amo dias chuvosos muito mais!
Enfim.
O que estou querendo dizer, com voltas desnecessárias, é que, embora eu faça planos, embora eu sonhe coisas para mim, embora eu me esforce... A minha vida não depende de mim. As rédeas não estão em minhas mãos, embora às vezes eu tenha fortemente essa ilusão. Meu caminho é passageiro, só me resta desfrutar do que tiver disponível, pois não importa o quanto eu apanhe, ao fim dará tudo certo.
Aprendi também que um mau pensamento pode trazer sofrimento desnecessário. E eu escolho não tê-lo, por uma nem tão simples questão de percepção. Eu lembro de umas palavras que estão no livro mais sábio que existe, e elas dizem que nossa vida é gerida por nossos pensamentos. E isso não significa que eu posso atrair aquilo que pensar, ou me dá certo tipo de controle. Hoje consigo compreender: é uma questão de inteligência emocional. A forma como escolhemos ver as coisas influenciam em nossa saúde emocional. E eu não consigo tirar da cabeça o quanto eu fui boba e masoquista durante todos esses anos.
Mas que venha 2014. Que bom que eu não aderi ao movimento piegas de esperar a virada de um ano para ser um "marco" de mudanças de pensamento, vida, atitude... Simplesmente aconteceu. E eu estou feliz comigo mesma. E com Deus. Porque Ele me permitiu tudo isso e me mostrou algumas coisas que funcionaram melhor que aqueles vídeos de susto, no silêncio da madrugada. Um choque de realidade genial, que por vezes ainda vem em minha mente para reafirmar que sim, mudar é realmente preciso e não, não posso dar ouvidos ao meu orgulho estúpido nessas horas. Quem sabe este ano eu até não deixo de ser uma wallflower e agrego mais lembranças emocionantes para contar aos meus filhos? Não dá pra ficar esperando ter a sorte de conhecer pessoas certas.
Deixo estes textos como num registro tardio (ou não), com esperanças de que hajam mudanças reais e verdadeiras. Que seja. Eu quero.
Aprendi também que um mau pensamento pode trazer sofrimento desnecessário. E eu escolho não tê-lo, por uma nem tão simples questão de percepção. Eu lembro de umas palavras que estão no livro mais sábio que existe, e elas dizem que nossa vida é gerida por nossos pensamentos. E isso não significa que eu posso atrair aquilo que pensar, ou me dá certo tipo de controle. Hoje consigo compreender: é uma questão de inteligência emocional. A forma como escolhemos ver as coisas influenciam em nossa saúde emocional. E eu não consigo tirar da cabeça o quanto eu fui boba e masoquista durante todos esses anos.
Mas que venha 2014. Que bom que eu não aderi ao movimento piegas de esperar a virada de um ano para ser um "marco" de mudanças de pensamento, vida, atitude... Simplesmente aconteceu. E eu estou feliz comigo mesma. E com Deus. Porque Ele me permitiu tudo isso e me mostrou algumas coisas que funcionaram melhor que aqueles vídeos de susto, no silêncio da madrugada. Um choque de realidade genial, que por vezes ainda vem em minha mente para reafirmar que sim, mudar é realmente preciso e não, não posso dar ouvidos ao meu orgulho estúpido nessas horas. Quem sabe este ano eu até não deixo de ser uma wallflower e agrego mais lembranças emocionantes para contar aos meus filhos? Não dá pra ficar esperando ter a sorte de conhecer pessoas certas.
Deixo estes textos como num registro tardio (ou não), com esperanças de que hajam mudanças reais e verdadeiras. Que seja. Eu quero.
