A inspiração só inventa de aparecer quando menos se pode parar. Nos momentos menos adequados. Nas horas mais corridas, naqueles minutos decisivos rotineiros. Ou quando não se tem recursos para registrar.
Gosto da sensação de segurar uma caneta, pressioná-la contra o papel. Ver a tinta registrando coisas, causos e contos, dando forma ao que estava agora há pouco em minha mente, como um canal direto do cérebro ao dedo. Dizem que quem permite tal caminho é o coração.
O coração da escrita não pára de pulsar. Esse sim é um amor que vale a pena alimentar. Não decepciona. Ensina. Acolhe. Alivia. Nunca acaba.
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pega leve.
sou sensível.