Oi, mundo.
O que você tem pra me oferecer? Sem exageros, utopias ou falsas promessas, me diz, o que tem de bom? Pro meu momento, alguma coisa presta? Eu tenho música, amigos, filmes e livros. Mas é uma lista aberta. Eu quero que você me convença de que será bom. Alguma coisa que eu já não saiba? Alguma forma lícita de alterar a memória? É.. Foi o que pensei.
Mundo...
As coisas são confusas. Parece injusto exigir das pessoas uma fórmula, um padrão. Eu mesma só sei me trair, por que ainda fazer expectativas sobre a coerência das pessoas? Porque é mais uma das minhas incoerências. O que é que há de tão errado em mudar de opinião? Qual o limite dos princípios?
Eu queria saber desenhar. As palavras estão soltas e bestas, mas na minha cabeça tem imagens. As palavras estão somente aqui... Na folha de caderno, na ponta da caneta. Se for pra não dizer nada, prefiro fazer caligrafia. Na escola eu amava, sempre acabava primeiro que todo mundo. Sim, eu costumava gostar de escrever à mão. Agora eu tenho que digitar, as palavras necessitam de cada vez mais rapidez.
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pega leve.
sou sensível.