terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Ah, que saudades de meu canto. De brincar de escrever, de dar pistas de como eu me sinto sobre tudo, ou uma parcela pequena do mesmo. Tantos ciclos começando e encerrando, tantas madrugadas acordadas e tantas madrugadas desperdiçadas. Tanto o que falar sobre o nada de meus dias, tantas coisas a considerar, tantas sentenças perdidas em janelas de ônibus, tanta ausência, tanta perda de esperança, tantos sonhos complicados. Sendo protagonista/coadjuvante,eu ainda brigo pela cadeira de diretor, dou pitaco com o roteirista...
Ah, que saudades de meu canto.

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pega leve.
sou sensível.