Ah, que saudades de meu canto. De brincar de escrever, de dar pistas de como eu me sinto sobre tudo, ou uma parcela pequena do mesmo. Tantos ciclos começando e encerrando, tantas madrugadas acordadas e tantas madrugadas desperdiçadas. Tanto o que falar sobre o nada de meus dias, tantas coisas a considerar, tantas sentenças perdidas em janelas de ônibus, tanta ausência, tanta perda de esperança, tantos sonhos complicados. Sendo protagonista/coadjuvante,eu ainda brigo pela cadeira de diretor, dou pitaco com o roteirista...
Ah, que saudades de meu canto.
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pega leve.
sou sensível.