Toda atrapalhada. Há dias em que até a tristeza me deixa sozinha e a melancolia simplesmente resolve me atordoar, dessa vez com a ausência de seus versos e músicas. Eu gosto tanto de escrever. E até escreveria. Se a inspiração também não tivesse me deixado na mão... Todas elas correm para o lado oposto, só de ouvir falar em solidão. Eu já disse, Vá embora, existem muitas pessoas para você sacanear. Sem chegar ao ponto de questionar, "por que justo eu?", pois obviamente não tenho auto-estima suficiente para tal, apenas tentei me convencer de que solidão na realidade deveria se chamar ilusão.
E lá vem a alegria ali na esquina, passeando de longe, com seus filhos calma, tranquilidade e sossego, será que eles não estão mesmo me vendo? Estou acenando, sorrindo, fazendo danças esquizofrênicas e tudo o que consigo é um empurrão nada sutil de uma tal agonia. Ela nunca me deixa preparar o coração. A felicidade vem a passos largos, porém lentos, logo atrás da alegria. É corpulenta, tem um ritmo típico, característico, e olhando bem em seus olhos, não consigo alimentar nenhum tipo de sentimento negativo. Quando ela chega, todos correm, dor, sofrimento, tristeza, melancolia, até a polêmica solidão. E o que eu faço, além de ficar esperando com um sorriso abobado? O amor respondeu por mim e eu fui feliz. Fim.(Tentando pôr a bagunça em ordem. De novo.)
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pega leve.
sou sensível.