Mais uma vez cercada naquele meu círculo de pensamentos e sentimentos particularmente secretos, ou nem tanto, tentando consertar as coisinhas quebradas e recuperar a ausência de mãos amigas, segurando as peças. Não os culpo, só se torna fácil perceber quando se quebra uma barreira de egocentrismo quase penetrada na alma, coisa de seres humanos. Enfim, é sempre muito mais fácil escrever sobre as coisas tristes que senti-las. E é bem mais fácil sorrir que traduzir isso em palavras, é quase impossível. Mas eu juro que consigo.
Estou arrumando a minha bagunça de uma maneira que só eu sei, e dispenso a maneira que todo mundo acha que sabe. Estou arrumando do meu jeito desarrumado, como sempre. E realmente estou passando a não me importar com as críticas à minha bagunça esclarecida. É tudo meu. É tudo somente meu. Portanto eu ponho o que eu quiser onde achar que devo. Está sendo uma das faxinas mais desgastantes de minha vida! Mas sempre que é noite e eu preciso jantar para recompor as energias, sinto minhas forças renovadas e uma alegria que não tem fim! Vale a pena.
Estou tomando fôlego para poder vomitar as palavras alegres. E gritar pro mundo a minha felicidade (sim, ela existe!). =)
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pega leve.
sou sensível.