Tão presa nessa rotina desgastada, quase vencida pelo cansaço e desânimo... Filosofando numa janela de ônibus qualquer sobre qualquer coisa, qualquer rosto alheio. Qual seria a visão geral disso tudo? Digo, qual será a visão de quem está na sala de controles dessa máquina chamada mundo? Deve ser mesmo fantástico ter o discernimento de cada folha que cai, cada farfalhar de folhas, cada folha que seca... E eu sou apenas mais um pontinho de luz nessa imensidão, certo? Consigo ouvir as melodias de Sixpence e o cantarolar de Leigh Nash, suave, único, tranquilizante, como uma trilha sonora da mesmice, do ajeitar de óculos, do cruzar de pernas, do descer do ônibus e prosseguir caminhando anonimamente feliz... Pelo menos até que chegue em casa e chamem meu nome.

Lindoo blog lindas postagens
ResponderExcluirPq não me enviou o link antes hein??
Porque eu não costumo divulgar meu blog... Raramente =)
ResponderExcluirNossa mais ele é otimo
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